O que fazer se o mundo
Gira ao contrario
Tentar se sentar,
Parar de andar, ou
Encolher os passos?
Faço questão de enrolar
E evitar os olhos
Pra desencontrar,
Pra me desviar,
Sem perder meu foco
Você me deixou , nem ao menos ligou, fez doer
Vai ter de arcar, vai ter de penar, com o que fez
Você me deixou , nem ao menos ligou, fez doer
Vai ter de arcar, vai ter de penar...
E eu só queria um lugar
Um cantinho seu
Pra gente se aninhar,
Pra gente se amar,
Morrer de prazer
E agora que você se vai
Só queria dizer
Pra você se cuidar,
Pra não me ligar,
Pra você se...
Bye bye
Goodbye
Chau, chau
Já vai
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Sonetos
Quisera eu saber de sonetos
Eles nunca são tristes.
Ao contrario, aparecem jocosos mesmo quando contundentes, e surpreendem ao trazerem um sorriso em seu fim.
Quisera eu saber de sonetos e fazer da própria vida algo tão bonito assim.
Mas, no máximo, faço dobrados pequenos e acanhados.
E mesmo arrancando sorrisos de um e outro, ainda assim, são dobrados.
Quisera eu saber de sonetos.
E tocar a todos que escutarem minhas notas, afastar de suas almas a sombra pois minha rimas seriam como sol.
Mas sigo eu sem saber de sonetos, me sobram dobrados.
Não faltam as notas
Eles nunca são tristes.
Ao contrario, aparecem jocosos mesmo quando contundentes, e surpreendem ao trazerem um sorriso em seu fim.
Quisera eu saber de sonetos e fazer da própria vida algo tão bonito assim.
Mas, no máximo, faço dobrados pequenos e acanhados.
E mesmo arrancando sorrisos de um e outro, ainda assim, são dobrados.
Quisera eu saber de sonetos.
E tocar a todos que escutarem minhas notas, afastar de suas almas a sombra pois minha rimas seriam como sol.
Mas sigo eu sem saber de sonetos, me sobram dobrados.
Não faltam as notas
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Para Susi - Feliz Niver
O Sul, o Sinal, a Sorte
A seta, a senhora, o Sizal
O Sexo, o Sal, a Senha
O Senso, o Suco, Sensual
O Sibilo, a Senda, o Sifão
O Signo, o Sonho, Sentimental
A Su que Se ama Sete vezes Setenta
A libra Sem Sina de Susie Sem Mal.
A seta, a senhora, o Sizal
O Sexo, o Sal, a Senha
O Senso, o Suco, Sensual
O Sibilo, a Senda, o Sifão
O Signo, o Sonho, Sentimental
A Su que Se ama Sete vezes Setenta
A libra Sem Sina de Susie Sem Mal.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Um Novo Ciclo - Fábio Batalha
Há hoje no ar mais encanto
Como se houvesse surgido
No firmamento um brilho.
Há uma nova estrela a brilhar
Ouço uma nova canção,
Renovam-se as batidas de meu coração.
Surge um novo passo,
Trilho novos caminhos,
Danço compassos quase infinitos.
Nesse tablado mágico
Estréia novo espetáculo,
E tem-se inicio um ciclo.
Feliz Aniversário.
* Para Alice
Como se houvesse surgido
No firmamento um brilho.
Há uma nova estrela a brilhar
Ouço uma nova canção,
Renovam-se as batidas de meu coração.
Surge um novo passo,
Trilho novos caminhos,
Danço compassos quase infinitos.
Nesse tablado mágico
Estréia novo espetáculo,
E tem-se inicio um ciclo.
Feliz Aniversário.
* Para Alice
sábado, 23 de julho de 2011
E se???
E se as pessoas certas forem às erradas?
Já parou pra pensar?
E se o melhor conselho for um equívoco?
Será tão esquisito...
Mesmo assim vou seguir
Se ao olhar no espelho
Ver que o maior desperdício esta bem ali
Correndo do tempo
Sem ter pronde ir
E se???
Talvez contradição seja a maior lei do universo!
Já parou pra pensar?
E se o melhor conselho for um equívoco?
Será tão esquisito...
Mesmo assim vou seguir
Se ao olhar no espelho
Ver que o maior desperdício esta bem ali
Correndo do tempo
Sem ter pronde ir
E se???
Talvez contradição seja a maior lei do universo!
Estrela
Queria escrever a letra perfeita
E te ouvir cantar pra mim
Mirando azul e dourado
De olhos e cachos
A rima mais que perfeita
Sempre queremos estrelas,
Até que o brilho tenha um fim
A beleza encanta os olhos,
É mais que suporto
Imperfeita pra mim
Água ardente pra aliviar
Uma imagem pra adorar
Uma nota pra se ouvir
Uma estrela só para mim
Eu queria assim
Numa dança desliza a estrela
Uma lua pequena que teima vagar
Tão solta, suave e plena
Sua boca pequena
Tão solta no ar
A distância se faz no lampejo
De um tudo que nunca virá
Um momento perdido
Um tempo sem tempo
O que será?
Água ardente pra aliviar
Uma imagem pra adorar
Uma nota pra se ouvir
Uma estrela só para mim
Eu queria sim
Só pra mim,
Quem virá assim
Só pra mim
Se te imagino bem assim
Estrela, um astro, um brilho
Um anjo
Um castigo
Que será de mim?
Se desejo e idéia são sonhos
Se sonhos são mesmo desejos
Tudo que vejo é perfeito
Um sonho sem medo
Te imagino assim.
E te ouvir cantar pra mim
Mirando azul e dourado
De olhos e cachos
A rima mais que perfeita
Sempre queremos estrelas,
Até que o brilho tenha um fim
A beleza encanta os olhos,
É mais que suporto
Imperfeita pra mim
Água ardente pra aliviar
Uma imagem pra adorar
Uma nota pra se ouvir
Uma estrela só para mim
Eu queria assim
Numa dança desliza a estrela
Uma lua pequena que teima vagar
Tão solta, suave e plena
Sua boca pequena
Tão solta no ar
A distância se faz no lampejo
De um tudo que nunca virá
Um momento perdido
Um tempo sem tempo
O que será?
Água ardente pra aliviar
Uma imagem pra adorar
Uma nota pra se ouvir
Uma estrela só para mim
Eu queria sim
Só pra mim,
Quem virá assim
Só pra mim
Se te imagino bem assim
Estrela, um astro, um brilho
Um anjo
Um castigo
Que será de mim?
Se desejo e idéia são sonhos
Se sonhos são mesmo desejos
Tudo que vejo é perfeito
Um sonho sem medo
Te imagino assim.
terça-feira, 5 de abril de 2011
À Deusa
A deusa da minha rua
Era dona da cidade inteira
Não costumava se embriagar
Mas quando o fazia
Costumava se aconchegar
Em seu leito de dorso e seios
E essa dona que aqui vivia
Tinha amanhecer tristonho
Mas que a tarde brilhava
Se tornava dourada, mas escurecia
E dormia assim como no começo,
Meia triste, meio seca, meio assim
Seus espelhos sempre turvos
Mostravam reflexos de passado
Mas seus reflexos nunca presentes
Mostravam que nunca seria dona
Nem tomaria sua posse, nem sua pose
Não parecia ser daqui.
E assim se foi a deusa
A deusa da cidade inteira
Foi ser dona de outras estradas
Deusa de outras ruas
Continua dormindo tristonha
Mas inda brilha dourada e nua pra mim
Era dona da cidade inteira
Não costumava se embriagar
Mas quando o fazia
Costumava se aconchegar
Em seu leito de dorso e seios
E essa dona que aqui vivia
Tinha amanhecer tristonho
Mas que a tarde brilhava
Se tornava dourada, mas escurecia
E dormia assim como no começo,
Meia triste, meio seca, meio assim
Seus espelhos sempre turvos
Mostravam reflexos de passado
Mas seus reflexos nunca presentes
Mostravam que nunca seria dona
Nem tomaria sua posse, nem sua pose
Não parecia ser daqui.
E assim se foi a deusa
A deusa da cidade inteira
Foi ser dona de outras estradas
Deusa de outras ruas
Continua dormindo tristonha
Mas inda brilha dourada e nua pra mim
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